Uma Nova Visão

26 out

Muitas águas se passaram e mais uma vez volto a escrever. Porém desta vez, com uma nova visão sobre Deus e Yeshua o Messias. Creio que o Eterno, o Deus de Israel, o Criador de todas as coisas é Um. E creio também que Yeshua (Jesus) o Messias é Seu Filho e nosso Irmão, um Profeta enviado pelo Eterno para restaurar Israel. No momento isso é tudo o que eu posso dizer. Ainda estou aprendendo do Eterno sobre este assunto.

Com esse novo olhar sobre as Escrituras. não vejo mais Jesus como o fundador de uma religião chamada cristianismo. E sim como um restaurador de Israel. Ele não veio acabar com o Judaísmo(” Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Mateus 5:17), nem dar uma nova visão, mas sim restaurar a visão antiga, a qual muitos já não viam mais, literalmente “dar vista aos cegos”. (“Deixai-os; são guias cegos; ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão no barranco. Mateus 15:14“). (“Guias cegos! que coais um mosquito, e engolis um camelo. Mateus 23:24“). Cumprir no sentido de alcançar a perfeição no cumprimento da Lei. Se Ele veio cumprir e Paulo aconselha-nos a seguir seu exemplo(“¶ Sede meus imitadores, como também eu o sou de Cristo. 1 Coríntios 11:1“), é lógico, então, que devemos cumprir também.

Sutil aqui é reparar e aceitar o fato de que Jesus era Judeu, morreu e ressuscitou Judeu. E até hoje é Judeu. Assim como Paulo, que nunca abandonou o judaísmo. A história se parece com a de Martinho Lutero, que era católico e não teve a intenção de fundar uma nova igreja, ele pretendia restaura-la. E o que significa restaurar algo senão torna-lo como era no princípio?

Jesus veio para os Judeus, pregava para eles, estava no meio deles e praticava tudo o que eles praticavam desde a infância. E nós temos o costume de cair no erro de que os Judeus são nossos inimigos, ou um povo que merece o castigo de Deus por matarem o messias. Esquecendo-nos, destarte, que foram alguns das autoridades gerais dos judeus e alguns do povo que o mataram. Mas não todos. Acabamos julgando todos por causa de alguns, uma maioria pela minoria. É como se a Dilma sancionasse uma lei onde alguns do congresso votassem a favor e outros contra e embora a maioria ganhasse, não significa que tal decisão representou a vontade dos 190 milhões de brasileiros nem de todo o congresso, pois houve aqueles que foram contra.Sendo assim, não foram os judeus que mataram Jesus, mas alguns deles.

Muitos Judeus entenderam a mensagem do Messias e se voltaram para Deus, se arrependeram dos seus erros e renovaram sua aliança com o Eterno. Deixaram de ser Judeus? De modo algum. Estes foram aqueles que esperavam pela vinda do Messias e tiveram o privilégio de vê-lo pessoalmente. Continuaram guardando a Lei (A Torah) e os ensinamentos dos profetas. Porém houve mais uma vez uma divisão no Judaísmo, não obstante, já haviam muitas antes disso e existem até hoje. E isto é semelhante as divisões que existem no cristianismo com as suas milhares de denominações, porém todas falando sobre a mesma coisa.

Surgem então os Judeus-Cristãos. Que frequentam as sinagogas, que guardam os sábados e todas as leis do Eterno, porém de uma maneira mais espiritual e creem que o Messias já é chegado. Se espalham. São perseguidos por aqueles que não aceitam Yeshua como o Messias, como o próprio Yeshua tinha profetizado: (“Mas antes de todas essas coisas vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Lucas 21:12“).

Após esta perseguição pelos judeus mais conservadores, o novo grupo judeu, então denominado cristãos, são perseguidos da mesma forma que Cristo foi pelos romanos. O fogo que não se apaga é cada vez mais difundido quanto mais é perseguido. Não encontrando mais nenhuma solução o império romano para de perseguir e abraça a causa com fins meramente políticos. Como diz o ditado: “Se não pode com eles, junte-se a eles”. É criada então a religião denominada Catolicismo com o seu primeiro Papa e domínio romano. E todas as coisas sagradas são mudadas de lugar. O Vitupério. A igreja católica muda os 10 mandamentos dados por Deus a Moisés no monte Sinai. Institui a idolatria. Comete assassinatos, roubos e se torna a maior abominação perante o Eterno na terra. Embora falasse em nome de Deus, em nada tinha parte com a Divindade. Tamanha apostasia viria a dominar o mundo até os dias de hoje.

Yeshua, quando caminhava entre seu povo, cita as seguintes passagens: (”Respondeu-lhes Jesus: Errais, não sabendo as Escrituras, nem o poder de Deus. Mateus 22:29“) e (”Mas, se não credes nos escritos, como crereis nas minhas palavras?
João 5:47“). A que Escrituras o Messias se refere? Ao novo testamento? Lógico que não! Pois este ainda não exisitia e só veio a existir 200 anos após sua morte. É necessário, não obstante, diferenciar o Evangelho (Mateus. Marcos, Lucas e João) dos demais livros ou cartas após este. Mas o ponto em questão aqui é a necessidade de conhecer a Torá e os livros dos profetas, o que chamamos de antigo testamento e nunca deveria ser chamado assim, pois não é antigo é As Escrituras que Yeshua se referia. Agora eu pergunto: É possível entender a segunda parte de um filme se não vimos o primeiro? Como iremos entender então o novo testamento (o evangelho e os demais livros) se não sabemos nada das Escrituras (Torá e os profetas)? Por isso todos estão perdidos como ovelhas desgarradas, cada um falando do que não entendem, e não entendem porque não leem.

Fica aí a reflexão, porque agora eu vou votar. fui!

 

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